Foco clínico

Reabilitação oral complexa

A complexidade de uma reabilitação não depende apenas da quantidade de dentes envolvidos. Ela aumenta quando decisões sobre osso, gengiva, dentes remanescentes, implantes, prótese, mordida e manutenção precisam permanecer coerentes entre si.

Quanto maior a dependência entre essas decisões, maior a necessidade de planejamento integrado.

Como organizar o raciocínio clínico

Quatro perguntas que organizam o raciocínio clínico

01

O que torna um caso complexo?

Um caso pode exigir decisões simultâneas sobre volume e qualidade óssea, condição da gengiva, dentes que podem ser preservados, posição dos implantes, relação de mordida, desenho protético, tempo clínico e manutenção. Nenhum fator isolado define a complexidade; é a interação entre eles que modifica o planejamento.

02

Quais decisões precisam permanecer conectadas?

Condições ósseas, posição dos implantes e necessidades protéticas não devem ser avaliadas em etapas independentes. Uma decisão cirúrgica pode ampliar ou limitar possibilidades protéticas, assim como as necessidades da prótese influenciam a posição, a distribuição e a sequência dos procedimentos.

03

Como as alternativas são comparadas?

Preservação de dentes, implantes convencionais, enxertos, diferentes soluções protéticas e outras abordagens podem ser consideradas conforme o caso. A comparação deve incluir benefícios, limitações, exigências biológicas, número de etapas, manutenção e possíveis ajustes do planejamento.

04

Onde entram limites e continuidade clínica?

Reconhecer limites faz parte do planejamento desde o início. As condições biológicas, a resposta clínica, a adesão aos cuidados e a manutenção podem exigir adaptações ao longo do tratamento. A instalação da prótese não encerra o acompanhamento clínico.

Atuação

Dr. Hugo Robertson

Cirurgião-dentista com especialização em Implantodontia e atuação em Prótese e Reabilitação Oral. Mais de 35 anos de atuação clínica.

Nos casos que exigem maior integração, o Dr. Hugo conduz a leitura das condições clínicas e coordena o planejamento entre cirurgia, prótese e laboratório.

Recursos que apoiam o planejamento

Tomografia e planejamento digital

Apoiam a leitura anatômica e a organização do planejamento cirúrgico.

Scanner intraoral

Produz registros digitais que apoiam o planejamento protético, a comunicação entre as etapas e o acompanhamento.

Laboratório digital próprio

Permite comunicação direta entre planejamento clínico, produção protética e ajustes.

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Conheça os princípios que orientam a atuação do Dr. Hugo

Entenda como esses princípios são aplicados e conheça sua base clínica em São Paulo.