Atuação clínica

Como atuo

Cada caso exige uma sequência própria de decisões. Antes de escolher uma técnica, é necessário compreender as condições clínicas, as necessidades funcionais e protéticas, as alternativas possíveis e os limites do planejamento.

Dr. Hugo Robertson em ambiente clínico

Princípios

Quatro princípios que orientam as decisões

01

Compreender o caso antes de escolher a técnica

Exames, histórico, condições biológicas, função mastigatória e necessidades clínicas e protéticas identificadas são considerados antes da definição das alternativas.

02

Integrar necessidades protéticas e decisões cirúrgicas

A posição dos implantes, a condição óssea e o desenho protético precisam ser avaliados em conjunto. A cirurgia não é planejada como uma etapa separada da prótese.

03

Comparar alternativas e reconhecer limites

Preservação de dentes, implantes, próteses e procedimentos complementares são analisados conforme as condições de cada caso, sem transformar uma técnica específica em resposta automática.

04

Coordenar execução, laboratório e continuidade clínica

Planejamento clínico, cirurgia, prótese e laboratório permanecem coordenados ao longo do tratamento. Revisões e manutenções seguem a frequência definida para cada caso.

Recursos que apoiam o planejamento

Tomografia e planejamento digital

Recursos aplicados conforme as necessidades clínicas e anatômicas identificadas.

Scanner intraoral e documentação

Registros digitais que apoiam o planejamento protético, a comunicação e o acompanhamento.

Laboratório digital próprio

Comunicação direta entre planejamento clínico, produção protética e ajustes.

Princípio de atuação

Planejamento, execução e manutenção precisam permanecer coerentes com o conjunto do caso.

Entenda como esses princípios se aplicam a reabilitações orais complexas.

Conheça a abordagem